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18 de Agosto de 2019 - 
A justiça atrasada não é justiça, senão injustiça qualifica.

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Aproximação para fortalecer a classe dá tom à conversa em evento no BB

O presidente da Ordem paulista, Caio Augusto Silva dos Santos, participou de encontro (07/08) com advogadas e advogados na matriz do Banco do Brasil na capital. Ao rememorar o mês da advocacia e discorrer sobre o cenário para a classe no momento atual, o dirigente falou a respeito de conquistas da gestão nos sete primeiros meses, a exemplo da instalação do Portal da Transparência e da isenção de anuidade para mulheres grávidas ou que adotarem filhos, entre outros temas. Por fim, convidou os colegas a integrarem a estrutura da OAB SP por meio das Comissões. “A cada dia precisamos valorizar a advocacia, que é quem dá voz ao cidadão. O nosso papel é fundamental para a sustentação do Estado Democrático de Direito”, reiterou. Em seguida ao chamamento, disse que a defesa das prerrogativas levada a cabo pela instituição visa unicamente proteger o cidadão e seus direitos. “Não se trata de brigar por privilégios da classe”. As Comissões de Direitos e Prerrogativas da Ordem no estado e do Conselho Federal, nessa sequência, são conduzidas por Leandro Sarcedo e pelo conselheiro federal por São Paulo, Alexandre Ogusuku, que é de Sorocaba. Caio Augusto disse que os dirigentes dessas Comissões têm atuado em duras batalhas no ambiente dos advogados e advogadas ligados à área pública. “São situações em que os profissionais se deparam com o ajuizamento de ações, por parte do Ministério Público, que lhes atribuem responsabilidade pela prática de improbidade administrativa, por terem apresentado pareceres técnicos opinativos aos tomadores de decisões sobre determinada circunstância”. Ademais, em meio às temáticas abordadas, afirmou que a valorização da advocacia, o que ocorre também por meio da defesa do Exame de Ordem, e a liberdade de imprensa são dois pontos fundamentais para um país que escolha trilhar o caminho da democracia, já que a fragilização desses dois pólos cala o cidadão. O dirigente afirmou que a instituição já se movimenta visando congelar a abertura de novos cursos jurídicos no país. “O Brasil, sozinho, tem mais faculdades de Direito que o resto do mundo e isso resulta de política equivocada de acesso ao ensino superior com início há muitos governos”, disse. “Há de se louvar sempre o acesso à educação, mas jamais abrindo mão da qualidade”. Entre os participantes estiveram o diretor da CAASP, Leandro Nava, o gerente geral da Superintendência Jurídica do Banco do Brasil, Romeu de Aquino Nunes; os gerentes de área, Alexandrina Dias Pereira, Antonio Carlos Faustino e Flávio Gomes, além de Luiz Vaz, presidente da Associação dos Advogados do banco.
09/08/2019 (00:00)
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